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O desinteresse pelo sexo no
casamento
O sexo foi criado pelo próprio Deus para
alegria do homem e da mulher. É um dos motivos do casamento, ninguém
se casa para não se relacionar sexualmente, o contrário disso é
verdadeiro.
No início da vida conjugal a prática do sexo
é constante: manhã, tarde noite e intervalos. Com o passar do tempo, a
freqüência vai ficando menor; fica perfeito, dentro dos padrões da
normalidade. Estes espaços devem estar em concordância com a satisfação
do casal. Quando um deseja se relacionar e o outro não pode ou nunca
está “a disposição”, não tem vontade, a relação vai ficando
comprometida e acaba entrando em um processo de total desinteresse de um
pelo outro.
Quem entra numa relação conjugal não deve
entrar com a proposta de ser feliz, mas de fazer o outro feliz, se isto
fosse compreendido de forma efetiva e elaborada, certamente não haveria
tantas separações. E fazer o parceiro feliz implica em resignação,
entrega, amor, cuidado e carinho.
O que leva pessoas que decidiram se casar,
cheias de amor, comprometimento com a relação e desejos incontroláveis
em se relacionarem sexualmente, perderem o interesse pelo ato sexual?
1. Quando termina o sentimento
que um tem pelo outro
Muitos casamentos são pautados em cima de um equívoco. Mesmo que alguém
pense estar perdidamente cheio de amor, entra na relação confundindo
sentimento afetivo com interesses financeiros, estéticos, dentre
outros. Com o passar do tempo estas questões deixam pra trás a sua
importância e se tornam obsoletas, os valores mudam e a realidade é
fatal, chega o desencanto e quem pensava amar descobre que nunca se
envolveu, daí, surgem as frustrações com conseqüências drásticas.
“O amor é forte como a morte”.
2. Quando a vida financeira não
vai bem
Um dos grandes responsáveis pelo desinteresse sexual no casamento é a
falta de dinheiro; junto com ela vem a preocupação e a inquietação
para o suprimento das necessidades pessoais e do lar. A falta de
dinheiro traz consigo motivo de humilhação, dependência de outrem,
ajuda e compreensão de alguns. É uma situação constrangedora que
reflete diretamente na auto-estima e compromete a cidadania. O interesse
de Deus é que seus filhos vivam bem e sejam bem sucedidos em tudo.
“Em Cristo, porém, somos mais que vencedores”.
3. O excesso de atividades
Quando o marido se enche de múltiplas atividades, pode ser acometido de
uma dependência trabalhista. Pessoas excessivamente atarefadas, com uma
agenda desordenada, são portadoras de um mau-humor que é notório à
distância. Contagiam funcionários e espalham descontentamento. Em casa
sua presença se torna uma ameaça ao clima de conforto e a pessoa vai
ficando indesejável. Junto com este comportamento vem, de quebra, um
inimigo do bem estar, o stress. Obviamente alguém estressado não terá
um bom desempenho na cama, com isso a frustração com conseqüências
de pouca procura do parceiro ou parceira.
Artigo foi tirado do site http://www.mirianoliveira.com.br/coluna_sn_36.htm
Revisado por WebMaster RaulCFreitas
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